Tuesday, August 14, 2007

MAIS OVADAS NA MUNDIÇA!


E não é que descobriram meu blog? Nunca o divulguei, exceto uma vez que tive probleminhas com um link e tive que mostrar o endereço do blog com a foto que queria mostrar na verdade. Isso foi há quase um ano numa comunidade do orkut. Pra minha surpresa (nem tanta) me deparo com postagens me ofendendo por aqui, hahaha! Detalhe: postagens anônimas e claramente politizadas, com aquele papinho de “oh, a burguesia me oprime”. Eu jamais iria passar meu blog pra essa comunalhada infecta! Também não posto em blogs (sequer acesso) dessa gente imbecil. Mas o fato é que já estão aqui! O engraçado são os xingamentos que recebo! Sempre com vários erros ortográficos, de regência, etc. Às vezes nem entendo do que estão me xingando! Por escrever direitinho, sempre recebo adjetivos diversos, como arrogante. A mundiça é muito infecta, mesmo! Nem pra estudar pra aprender ao menos a postar corretamente uma ofensa na língua de seu amado país servem! A quem postou anonimamente, seja bem vind@! Incomodar a mundiça me diverte!

Welcome!

Monday, August 06, 2007

NARCISA, ME AJUDA A TACAR OVOS NA MUNDIÇA!

Vou começar o texto dizendo que não acho legal a brincadeira de jogar ovos pela varanda do prédio, mas preciso falar também dos ataques feitos à Narcisa. O engraçado é que, antes de falar dos ovos, sempre falam que ela é rica em tom de acusação! É errado ser ric@ também? Ou é porque ovo na mão de ric@ fica mais pesado e podre?

Vou comparar esses ataques à esmo feitos pela Narcisa com outros dois casos:

Lembrei de um vídeo onde um cara vinha correndo no meio da rua e atacava mulheres lhes tirando a roupa. A maioria das pessoas comentou dizendo que achou engraçado. Eu ri, mas achei muito mais pesado do que o que a Narcisa fez.

Mais pesado ainda é perder a vida porque cruzou com uma torcida organizada em dia de jogo. Lembrei de um caso de uma mulher que estava num ônibus e levou uma pedrada na cabeça e morreu. O ataque foi feito à esmo também e a pedra não ficou mais leve porque partiu da mão de um pobre.